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247 – O chefe de inteligência artificial da Microsoft, Mustafa Suleyman, afirmou que a disputa tecnológica com a China não deve ser utilizada para impedir a adoção de mecanismos de segurança para sistemas de inteligência artificial. A declaração foi dada ao programa Fareed Zakaria GPS, da CNN.
Suleyman afirmou que os Estados Unidos devem avançar em suas próprias medidas de proteção independentemente da competição com Pequim. “Não acho que devamos usar a China como bode expiatório para justificar não avançarmos em nossos próprios esforços” de segurança em inteligência artificial, declarou.
Na avaliação do executivo, a criação de normas não precisa representar um obstáculo ao desenvolvimento tecnológico. Para ele, regras comuns podem estabelecer parâmetros mínimos de segurança e contribuir para que os sistemas permaneçam sob controle humano.
“A regulamentação não deveria ser vista como algo ruim”, disse Suleyman. Segundo ele, trata-se da “criação de normas e padrões compartilhados para aumentar a segurança”. O executivo acrescentou que isso “não deveria necessariamente nos fazer avançar mais devagar”.
O posicionamento do dirigente ocorre em meio ao debate dentro do próprio setor de tecnologia sobre a velocidade de desenvolvimento dos modelos mais avançados. Empresas como OpenAI, Anthropic…
In questo articolo Indice dei contenuti 2 sezioni 01 Non solo addestrare i modelli, ma farli lavorare 02 La corsa all’infrastruttura come vero campo di battaglia Microsoft ha in mente un salto di scala che ha poco a che vedere con il software e moltissimo con il cemento, i cavi e l’elettricità: portare la capacità complessiva dei propri data center a circa 38 gigawatt entro il 2032. Oggi la cifra si ferma a 12 GW, il che significa più che triplicare l’infrastruttura in poco più di sei anni. Un piano che racconta bene dove si sta spostando la competizione tra i colossi tecnologici, perché la partita dell’intelligenza artificiale sembra giocarsi sempre meno sugli algoritmi e sempre più sulla capacità concreta di costruire le fabbriche che li fanno girare. Il dettaglio più interessante riguarda la quota destinata ai carichi di lavoro legati all’AI. Attualmente sarebbero circa 2 GW quelli riservati ai chip specifici per questo tipo di elaborazione, una fetta piuttosto contenuta del totale. Nel nuovo scenario invece quella porzione salirebbe a circa un terzo della capacità complessiva, quindi oltre 12 GW soltanto per l’AI. Detto in altri termini, la parte dedicata all’intelligenza artificiale nel 2032 varrebbe da sola quanto…